Olá pessoal!
Eu sou a Carol, ou Kaká, apelido que me acompanha tem tempos e tempos.
Eu sou chata, feia, antipática, mal humorada, encho os pacovás de todo mundo, sou prepotente, egoísta e chata de novo. E tudo isso ao contrário também.
Sou da filosofia do “ama-me ou odeia-me” e acabo tratando todo mundo assim. Odeio que me analisem, odeio que me cutuquem, odeio gente fedida, odeio quem me julga sem me conhecer e odeio questões de cunho filosófico. Elas não me levam à pensar e questionar e fico meio maluca quando começo a fazer isso.
Maluca eu já sou.
Eu decidi fazer um blog sei lá por quê, deu vontade de vomitar um monte de coisas que ficavam entaladas na minha garganta. Eu errei um monte lá atrás e tô tentando não errar de novo lá na frente. E daí? E daí que eu gosto de escrever, é divertido e é melhor que química, que eu não entendo. As palavras eu entendo ou acho que entendo e para mim fazem sentido. E eu gosto disso!
Não me importa “muito” o que falam de mim. Se me elogiam eu fico toda dengosa, se me criticam eu seguro a fera. Todo mundo tem uma fera dentro de si e acalmá-la pode ser complicado e desastroso e doído, mas eu domestiquei a minha e agora ela se segura um bocado. E não tem uma pessoa que a fera não rosne quando é criticada.
Escrever é arte e eu não sou artista. Mas eu adoro escrever, eu adoro ler, eu adoro criticar, eu adoro opinar, eu adoro discutir…
Eu adoro dançar esquisito, eu adoro comer chocolate, eu adoro usar óculos, eu adoro minhas pintinhas, eu adoro internet, eu adoro fazer coisas diferentes.
Objetivo de vida? Prá quê, não vai dar certo mesmo! Hahahaha!
Eu não consigo planejar as coisas muito direitinho não… Tem que ser de uma vez, pronto, blé. Se der certo deu, se não der levanta, sacode a poeira e tenta outra coisa oras! Simples como beber água…
Quem disse que a vida é complicada? É nada, fácil, fácil… Depende de como você vê a vida.
Eu estou feliz hoje. E quero ficar feliz amanhã e poucas coisas no mundo podem mudar isso. Eu tenho uma família que me ama, eu tenho comida na mesa, dois braços e duas pernas que funcionam bem e uma língua afiadíssima. Ah, e tenho acesso à internet. Só me falta um empreguinho, aí fico completa.
E se eu sou assim é porque eu quis ser assim. Eu amo ser livre.