Se tem um desenho que eu adoro e que eu posso assistir dez vezes e ainda assim eu vou rir muito, é Animaniacs.
Yakko, Wakko e Dot e todos os outros da gang (incluindo “Pinky e Cérebro” e “Slappy e Skippy”) eram o ápice da minha diversão matinal… Bons tempos…
E buscando os meus queridos bichinhos, achei um site muito bom com vários bancos de dados de desenhos Warner, o Non-Stick. Para os aficcionados por desenhos Warner como eu - incluindo Looney Tunes, esse site é um achado!
Tem também todos os dados dos Animaniacs na Wikipédia.
E para completar, vídeo mega-super-ultra-tera engraçado dos Animaniacs dançando uma das mais famosas e constrangedoras músicas do século XX: MACARENA!
E achei esse site aqui, o Retro Junk que fala sobre comerciais, vídeos, aberturas de programas de TV, mas o site é todo em inglês, não é tudo que passou aqui pelo Brasil! Aliás, se alguém souber de um site do gênero para me indicar eu fico feliz! Hahaha!
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E essa foi a nossa Sessão Nostalgia, amanhã voltaremos com a programação normal!
Um beijo e um queijo!
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Top Top de músicas que eu ouço na “fossa”.
Nem preciso comentar né?!
Ok.
1 - The Scientist (Coldplay)
Essa merece vir com o clipe junto. Triste ao extremo, é o tipo de música que me faz chorar na hora. A voz do Chris Martin contribue para a emoção intensa da música e buá.
2 - Creep (Radiohead)
Essa música é um dos karmas da minha vida. Ouço e penso na letra e choro. Eita manteiga derretida! Radiohead é uma das melhores bandas que conheço, mas essa música… Aiiiiii!
3 - Beautiful (Christina Aguillera)
Eu ainda não sei se eu gosto ou não dessa música. Lembro do ep. do House, com a menininha com câncer… Mas essa música é do tipo “injeção de ânimo na fossa”, tipo como: “Levanta dessa porra de cama, vai tomar um banho e vamos fazer compras!”
4 - Wonderwall (Oasis)
Sim, esta aclamada música é top das minhas ceninhas de fossa! Acho que ela é linda demais, fala verdades demais e é o que me acalma um pouco nesses momentos.
5 - Black (Pearl Jam)
Essa me trás memórias maravilhosas e eu choro de saudade. Nem é fossa, é saudade, apesar de eu achar fossa e saudade sinônimos. Acho que essa música me lembra “tatuagens não saem da pele”. Sim, metáfora.
6 - Plush (Stone Temple Pilots)
Adoro essa música e é a primeira que eu ouço quando preciso sair da fossa. Por que?! “and I feel it”!
7 - Ana’s Song (Silverchair)
Essa música é um release mal feito de relacionamentos então vigora na minha versão fossa. E quando o Daniel Johns canta “Please die Ana” me dá vontade de pular pela janela. Sim, metáfora de novo.
8 - Dust in the wind (Kansas)
Ok, tem várias versões para essa música, mas eu particularmente gosto dessa e essa é a mais linda e mais fossa e ouvir a música diz tudo e mais um pouco.
9 - Truly Madly Deeply (Savage Garden)
Essa entrou prá lista à pouco tempo, tem e não tem muito de fossa, depende do ponto de vista. Eu gosto da banda, gosto do som e a letra dessa música é linda demais. “A deeper meaning, yeah.”
10 - Stars (Simply Red)
Ok, quem me conhece muito bem já sabia que tinha que ter pelo menos uma música deles aqui. Amo Mick Hucknall, sou completamente apaixonada por ele e pela voz maravilhosa dele e a banda é perfeita e pronto. E essa música é fossa sim tá, bem prá quem levou o fora e quer ficar lamentando o que perdeu!
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Chega de fossa, por favor vai.
Buá. Buá.
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Beijocas ![]()
Nossa, quanto tempo que eu não faço uma sessão nostalgia?! Muuuuuito tempo! Hahaha!
Mas hoje o Zé Luiz me deu uma luz e eu me inspirei prá falar de filmes antigos, daqueles que já até pararam de passar na Sessão da Tarde, mas são bons!
Como fiquei na dúvida se era uma Sessão Nostalgia ou uma Sessão Pipoca e Guaraná, resolvi colocar os dois. Acho que ninguém tá muito interessado no título mesmo, nem sei porque ainda me preocupo com isso!
Eu vou falar de um filme que é um clássico da Sessão da Tarde, mas que de alguma forma me marcou. Na verdade, acho que é um filme que me acompanhou durante toda a minha infância, que me fez rir muito e que me fez adorar a Cindy Lauper.
Os Goonies são um clássico e cabe bem em Sessão Nostalgia, afinal o filme é de 1985 e é de um trio de peso: escrito por Steven Spielberg e Chris Columbus e dirigido por Richard Donner.
A música tema do filme está na voz da Cindy Lauper “The Goonies ‘R’ good enough” e eu comecei a adorar a Cindy Lauper desde pequena hahaha!
A história é a seguinte. Os Goonies vão perder seus lares, querem construir um campo de golfe onde são suas casas e como seus pais não tem dinheiro para pagar a hipoteca… Mas Mikey não se conforma com isso e junto com seus amigos, resolvem seguir um mapa de um tesouro antigo para salvar suas casas. Ao mesmo tempo, a família Fratelli foge da prisão, na verdade, só o filho mais velho da Mama. Mal desconfiam as crianças que a família Fratelli mora exatamente onde começa a jornada deles rumo ao tesouro… Em um velho restaurante de veraneio aparentemente abandonado, debaixo da lareira, um túnel cheio de armadilhas…
Os medos e a coragem de Mikey, a proteção do Brand, o bom humor do Bocão, a Andy e a Stef, que nunca deixaram de acreditar no tesouro, o Dado com suas invenções malucas… E cadê o gordo?!
Hahaha! Essa parte é demais!!! A família Fratelli captura o Gordo e em uma tentativa frustrada de fazê-lo falar onde seus amigos estão, ele acaba preso junto com o Sloth, o filho deformado da Mama, mas que é muito bom e carente… Aliás, ele é o único bonzinho da família Fratelli! Sloth e Gordo que acabam salvando seus amigos…
Sinceramente, não entendo porque esse filme me marcou tanto. Eu ainda morro de rir com o “soco mecânico” do Dado e com o beijo da Andy e do Mikey… Mas não é pela risada, é o filme todo… A coragem deles, mas ao mesmo tempo tem o “eu quero a minha mããããe”… Acho que tudo no filme é diferente. Uma história diferente, um contexto diferente e uma aventura diferente. A aventura é toda maluca, cheia de contratempos… E muita aventura! Hahaha!
Espero que todo mundo já tenha visto esse filme, duvido que alguém ainda não tenha visto na verdade… Mas é um clássico!
Aliás, estou atrás do DVD dele! Hahaha! Se alguém souber onde tem, baratinho, eu quero!
Aqui está a lista do elenco, aqui tem uma ficha técnica muito boa.
Fontes: Wikipédia, Adoro Cinema e Cinepop.
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Espero que tenham gostado! Hehehe!
Estou tentando fugir da linha super séria que o blog estava tomando. Não sou uma pessoa das mais sérias hahaha!
Obrigado mais uma vez pessoal que estra e comenta, que lê e que gosta. Espero estar correspondendo à altura! Hahaha!
Beijocas e paçocas! Amanhã eu JURO que eu faço um post especial sobre comidas típicas de Festa Junina, que eu estou devendo! Aliás, vou falar de quadrilha também, porque eu adoro!
Um dos melhores desenhos, pelo menos na minha opinião, é a vida dos Flintstones.
Adoro essa família pré-histórica, mas totalmente moderna e diferente!
E gosto dos filmes também…
Aí olha só o que eu achei!
Isso aí, a música oficial do The B-52’s!
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Sem tempo pessoal!
Estudando demais!
Zé Luiz, obrigadão por tudo!
Beijão gente!
Desculpem!
Bom, quem me conhece sabe que eu adoro uma boa Nostalgia. Sou fã de bandas antigas, de objetos antigos e também de valores antigos.
Hoje vou falar de um marco na música, no mundo e na visão de muita gente.
Foi o festival de música Woodstock, com sua primeira e melhor e para mim a única edição, em 1969.
Achei um texto ótimo no Café Music, que é um site que eu admiro muito, vou fazer um resuminho básico.
O mundo estava em crise, em fins de Guerra Fria e buscando uma utópica paz. Não tão utópica para 4 jovens: John Roberts, Joel Rosenman, Artie Kornfeld e Michael Lang, que idealizaram e fizeram o festival. O começo foi meio por capitalismo, mas o Festival tomou grandes e importantes proporções, quando 450 mil pessoas foram para o campo curtir 3 dias de paz, amor livre, drogas e muito Rock.
Tá e onde é que Woodstock mudou alguma coisa?!
Tá aí a opinião da Chris Bueno que escreveu a matéria para o Café Music:
“O evento tornou-se um verdadeiro ícone da contracultura. A força jovem e a liberdade assustaram os mais velhos e conservadores. As dimensões de Woodstock foram além das 450 mil pessoas reunidas no festival, tanto que as discussões sobre sua importância persistem, mesmo 3 décadas depois. E até hoje o evento divide opiniões.
Muitos dizem que Woodstock foi o fim de toda a ingenuidade e utopia que cercavam os anos 60. Outros dizem que foi o apogeu de todas as mudanças e desenvolvimento na sociedade. Mas todos concordam que o festival foi um marco importante não só para a história da música, mas para a história do homem.”
Pois é pessoal… Isso é Woodstock. Milhares de pessoas reunidas por um ideal, por um protesto, pela paz! É bonito?! Eu acho… E acho que foi, é e será muito importante, para nós e a geração futura. Nós somos jovens ainda… Nós somos poderosos, temos o mundo na mão… Mas só estamos acabando com o mundo… Eles fizeram isso depois de Woodstock, mas eu queria que nós nos inspirássemos no que foi Woodstock de verdade, na consciência, na paz, no idealismo, no fim da utopia, para mudarmos o nosso mundo de hoje, o mundo que a gente tá terminando de destruir!
Quer saber quem tocou em Woodstock? Clique aqui!
E tem um blog ótimo que eu achei, Os Dias da Música que tem um post inteiro sobre Woodstock, clique aqui para conferir! Esse post mostra o lado capitalista que eu falei no começo do post.
Tem esse outro site aqui que tem um monte de informações legais!
Vídeos de Woodstock? Só clicar aqui! Atente para os vídeos da Janis Joplin, ótimos!
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Espero que tenham gostado!
Não sou contra nem a favor de Woodstock. Foi um momento crucial para o rock e para o mundo sim, pelas proporções que tomou… E pela sua utopia, claro.
Beijinhos pessoal, obrigado pelos comentários…