Quando eu falo que minha família é incrível ninguém acredita: acreditem, ela é!
Meu sobrinho fez uma poesia e pediu para eu publicar no blog, então lá vai:
—
“As flores do amor”
“Como uma flor da primavera
você lindamente floresceu
e como uma flor da primavera
a minha beleza você escondeu.
Como uma flor do inverno
você fortemente se ergueu
como uma flor do inverno
o meu valor ficou atrás do seu
Como uma flor do outono
você bravamente resistiu
como uma flor do outono
você com o meu coraçao sumiu
Como uma flor do verão
você corajosamente viveu
linda, forte, brava e corajosa flor
o meu coração agora é somente seu”
Lonely-Shadow (Marcos Vinicius Alexandre Mancini)
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Linda demais não é? ADOREI!
Desculpem não atualizar mais o blog como antes, é só até eu me estabilizar com a rotina!
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Beijos!
O amor… Ah, o amor…
Maldito prá uns e bendito prá outros…
Bom e ruim… É ele que junta opostos e separa também…
Não sei falar de amor. Juro. Então, vou falar do amor dos outros…
Mamãe e Papai… Contratempos, desventuras… E 43 anos de casamento!
Isso sim que é amor!
Enfim, estou falando dessas coisas porque hoje é o Dia dos Namorados.
Uma data capitalista para uns, mas uma data muito da bonitinha para mim!
Por isso, vou colocar aqui uma “croniqueta” que eu escrevi tem muito, muito tempo e que cabe justamente no dia de hoje. Lá vai!
“Estava um dia lindo lá fora, mas para Marcos, era um dia horrível. Parecia um dia como todos os outros, mas não era. Era um dia em que ele se sentia deslocado, parecia que o mundo conspirava contra ele.
Marcos era até bonito. Era alto, tinha um porte atlético e um rosto jovem. Tinha dinheiro e era bacana. Nem ele nem ninguém entendiam porque estava sozinho até os 34:
-Você tem ar de galinha e cafajeste!
Essa era a justificativa da maioria de suas namoradas, que aliás, aumentaram em número e diminuíram na idade:
-Maldito dia, maldita cara de cafajeste! - Pensava Marcos. - Mais um Dia dos Namorados sozinho!
Chegou no escritório de mal humor. Estava odiando ver casais felizes, entregas de flores chegando ao departamento e pessoas com caras de “bobos apaixonados”:
-Quanta caretice!
Mas Marcos mal sabia o que o destino estava preparando…
Marina é a pessoa mais atrapalhada do mundo. Gosta de tudo ajeitado mas é muito bagunceira. É bonitinha até, mais ajeitada do que bonita. Quando não esquece de pentear os cabelos pela manhã é mais interessante ainda. Acordou atrasada prá variar e saiu correndo para pegar o ônibus:
-Saco! Mais um dia de atraso e eu estou fora! - Pensou enquanto corria um bocado.
Começou a reparar na rua e nos cartazes da loja:
-Maldito dia!
Marina nunca conseguiu ficar muito tempo com alguém… Hora se cansavam do seu dom de falar demais, hora das suas trapalhadas, hora do seu cabelo, hora do seu trabalho. Se cansavam e iam embora e não voltavam nem mandavam notícias. Mas pudera, Marina também nunca demonstrava realmente o que sentia!
Chegou no escritório atrasada:
-Ah não Joana, pelo amor de Deus! Eu preciso do emprego, você sabe, quase 10 anos aqui!
-Marina, você teve todas as chances possíveis e impossíveis!
-Mas Joana, o trabalho é a minha vida! É a única coisa que eu sei fazer bem e direito! Não tenho culpa que os motoristas de ônibus resolveram fazer greve justamente hoje!
-Olha Mariana, juro por Deus que é sua última chance, na próxima RH. Anda, leva esses relatórios prá terminar…
-Só esses três, te entrego antes do almoço!
-Não Marina, são aqueles ali da minha mesa, leva prá sua mesa, revisa e entrega…
-Mas deve ter uns 50 ali!
-Faça…
-Cadê a sua compaixão Joana?!
-Mandei ela embora quando você chegou atrasada!
Marina ficou indignada e com razão, mas mal sabia o que o dia estava lhe prometendo…
-Ai!
-Ai!
-Sua maluca! Cuidado com essas folhas!
-Ai, desculpa, acontece!
E então, os olhares dos dois se cruzaram ali no meio dos papéis, no chão mesmo.
-Nossa, quem será essa maluca?! Tadinha… Vou ajudar ela… - Pensou Marcos.
-Ai meu Deus, agora danou-se tudo na minha vida! Vou ser mandada embora pelo chefe! - Pensou Marina.
-Eu te ajudo, calma!
-Tudo bem chefe, não precisa, a culpa foi minha eu dou um jeito!
-Calma garota. Há quanto tempo você trabalha aqui?!
-Dez anos…
-Credo, como consegue aturar a Joana a tanto tempo?
-Hahaha, nem eu sei! Hoje ela quase me mandou embora…
-Ei, Marina, o que você tá fazendo aí?! Desculpa seu Marcos, a Marina já vai ajudar o senhor a levantar do chão!
-Joana, deixa a gente aqui só um pouquinho tá?! Vai lá prá sua mesa vai…
Ouvindo isso Marina corou. Nunca esperava algo do tipo vindo do seu chefe. Eles deram uma trombada fenomenal, mas estavam ali no chão conversando enquanto ela juntava as folhas dos malditos relatórios…
-Como é seu nome?
-Marina. O senhor é o seu Marcos né?
-Se me chamar de senhor de novo quem vai demitir você sou eu!
Corou novamente…
-Pode me chamar só de Marcos. Marina, quer almoçar comigo hoje?
-Como?
-Almoçar comigo?
-Tem certeza?
-Tenho. E jantar também, você topa?
-Eu… Não sei… Isso é sério mesmo?
-É sim garota, eu juro!
Pensa Marina, pensa…
-Tá bom. Eu vou.
-Ótimo!
Ela não acreditava. Simplesmente não acreditava. Ia almoçar e jantar com o chefe!
Ele não acreditava. Simplesmente não acreditava. Ia almoçar com a moça mais adorável que conhecera na vida.
-Nossa Marcos, essa história de novo?
-Ah Marina, elas que pediram prá ouvi!
-Tá na hora de eles irem dormir! Anda crianças, já prá cama. Marcos amanhã cedo a gente tem que trabalhar e eles vão prá escola!
-Calma mamãe, a gente adora essa história dos dois sentados no chão!”
—
Bom, ficou meio idiota, eu sei, mas eu adoro essa hahaha!
Obrigado por todo mundo que tem passado aqui, aliás, um bocado de gente!
Chris, desejo toda a sorte do mundo prá você menina, você merece! Pensa com calma, só isso ok?!
Feliz dia dos namorados para os que tem…
E os que não tem… Hum, presenteiem-se! Pelo menos massageia o ego! Hahaha!
Beijão!
Sabe quando a gente lê alguma coisa bacana e pensa: “Poxa, eu podia ter feito isso”?
Eu ultimamente tenho passado em muitos blogs e lido muitas coisas e quase sempre me deparo com esse pensamento (egoísta).
Mas revirando meus papéis velhos, eis que me deparei com uma redação prá escola que eu fiz à muito tempo, mas que ficou levemente divertida e é um daqueles textos que eu tenho muito orgulho de ter escrito.
Lá vai!
“Retrato de Consciência”
-Nossa, chegou cedo.
-Não enche.
-Xi, mal humor de novo. Anda, me conta, o que aconteceu.
-Não enche.
-Ah, vai me deixar curiosa mesmo?! Não custa nada contar! Por favor!
-Se eu te contar, promete que me deixa em paz?
-Não.
-Então não conto!
-Você sabe que eu não posso te deixar em paz. Sou a única pessoa que você tem, esqueceu?
-Ah, é mesmo. Se eu não tiver você prá me irritar, não vou ter com quem me irritar. Ok, eu te conto e você me diz o que acha.
-Isso, assim fica tudo melhor.
Puxei uma cadeira e me senti meio idiota fazendo aquilo, mas saberia que no final ia compensar:
-Lembra que eu te contei daquele problema no serviço? Da mulher gorda que estava pegando no meu pé?!
-Ah, lembrei, o que é que tem?
-Então. Fui despedida.
-Como assim?
-Não me olha com essa cara incrédula. Ela encheu a cabeça da supervisora e acabei na rua. Não sei o que eu vou fazer.
-Legal Senhora Inteligente, como você vai fazer prá comer agora?
-Ainda não sei. Nem estou pensando em comida, estou pensando em aluguel e contas para pagaar. Preciso de outro emprego.
-Não diga!
-Tá debochando de mim? Você não tem o direito de fazer isso!
-Tenho sim.
-Olha, você se apodera do fato de morar na minha mente prá me atormentar, mas não adianta, dessa vez eu não vou cometer nenhuma loucura que você sugerir!
-Lembra daquele anúncio que eu te falei prá guardar? Você guardou?
-Guardei, não lembro onde. Você me dá as sugestões e não lembra.
-Vai lá e procura.
Fui, coloquei uma água no fogo prá fazer um chá. Procurei e achei:
-Pronto, tá aqui. Que que tem demais nesse anúncio?
-Leia preguiçosa!
…
-Muito interessante, meu curriculo se encaixa completamente!
-Viu, eu tô aqui não é só prá te azucrinar e te atrapalhar. Anda, liga lá e vê se ainda tem vaga, marca uma entrevista prá amanhã e passa na Sheila prá dar um trato no visual!
-Como assim trato no visual?
-Arrumar o cabelo só. Calma neurótica.
-Eu, neurótica?! Você que me deixa assim! Mas vou fazer isso mesmo, ligar lá e marcar a entrevista.
Fui ao telefone e liguei. Marquei a entrevista para o dia seguinte cedinho. Por desencargo, liguei para a Sheila e marquei com ela também. Melhor um cabelo diferente para um emprego diferente:
-Sabe, é bom ficar de bem com você!
-Sem mim você não vive, essa é a verdade!
-Deixa de se gabar vai, você só me deu uma ajudinha, o resto eu que tenho que fazer!
-Mas sem a minha ajudinha eu aposto que você não ia a lugar nenhum…
-Verdade né… Sabe, eu gosto muito de você apesar dos pesares…
-Eu também, principalmente quando você tenta pôr fogo na casa. Vai lá ver o chá e vai logo embora!
-Ah, agora você me expulsa?
-Brincadeirinha. Ei, ser sua consciência é legal de vez em quando…
-Debochada!
-Metida!
-Tchau Retrato!
-Tchau!
Deixei meu retrato lá e mais uma vez percebi que é muito bom conversar comigo mesma!
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Vocês devem ter achado muito idiota, mas prá mim faz sentido. Hahahaha! Aliás, só me conhecendo mesmo prá saber que isso é quase uma constante na minha vida… Nada melhor que conversar comigo mesma!
Obrigado pelos elogios que vocês têm me dado. Depois o povo reclama que eu fico exibida e metida!
Zé Luiz, cadê você?! Estou com muita saudade dos seus comentários!
Beijocas e paçocas (afinal é época de Festa Junina) prá todo mundo!
Aliás, próximo post sobre Festa Junina, que eu adoro!
“Pula fogueira iá iá… Pula a fogueira iô iô…”
Conversa entre pai e filho, por volta do ano de 2031, sobre como as mulheres dominaram o mundo.
- Foi assim que tudo aconteceu, meu filho… Elas planejaram o negócio discretamente, para que não notássemos. Primeiro elas pediram igualdade entre os sexos. Os homens, bobos, nem deram muita bola para isso na ocasião.
Parecia brincadeira. Pouco a pouco, elas conquistaram cargos estratégicos: Diretoras de Orçamento, em presárias, Chefes de Gabinete, Gerentes disso ou daquilo.
- E aí, papai?
- Ah, os homens foram muito ingênuos. Enquanto elas conversavam ao telefone durante horas a fio, eles pensavam que o assunto fosse telenovela … Triste engano. De fato, era a rebelião se expandindo nos inocentes intervalos comerciais. Oi querida!, por exemplo, era a senha que identificava as líderes.Celulite eram as células que formavam a organização. Quando queriam se referir aos maridos, diziam O regime.
- E vocês? não perceberam nada?
- Ficávamos jogando futebol no clube, despreocupados.
E o que é pior: continuávamos a ajudá-las quando pediam. Carregar malas no aeroporto, consertar torneira, abrir potes de azeitona, ceder a vez nos naufrágios.
Essas coisas de homem.
- Aí, veio o golpe mundial !?
- Sim o golpe. O estopim foi o episódio Hillary-Mônica. Uma farsa.
Tudo armado para desmoralizar o homem mais poderos o do mundo. Pegaram-no pelo ponto fraco, coitado. Já lhe contei, né? A esposa e a amante, que na TV posavam de rivais eram, no fundo, cúmplices de uma trama dia bólica.
Pobre Presidente…
- Como era mesmo o nome dele?
- William, acho. Tinha um apelido, mas esqueci…
Desculpe, filho, já faz tanto tempo…
- Tudo bem, papai. não tem importância.
Continue…
- Naquela manha a Casa Branca apareceu pintada de cor-de-rosa. Era o sinal que as mulheres do mundo inteiro aguardavam.
A rebelião tinha sido vitoriosa! Então elas assumiram o poder em todo o planeta. Aquela torre do relógio em Londres chamava-se Big-Ben, e não Big-Betty, como agora…
Só os homens disputavam a Copa do Mundo, sabia? Dia de desfile de moda não era feriado. Essa Secretária Geral da ONU era uma simples cantora.
Depois trocou o nome, de Madonna para Mandona.
- Pai, conta mais…
- Bem filho… O resto você já sabe. Instituíram o Robô Troca-Pneu como equipamento obrigatório de todos os carros… A Lei do Já-Pra-Casa, proibindo os homens de tomar cerveja depois do trabalho…
E, é claro, a famigerada semana da TPM, uma vez por mês…
- TPM ???
- Sim, TPM… A Temporada Provável de Mísseis… É quando elas ficam irritadíssimas e o mundo corre perigo de confronto nuclear….
- Sinto um frio na barriga só de pensar, pai…
- Sssshhh! Escutei barulho de carro chegando. Disfarça e continua picando essas batatas…
Luiz Fernando Veríssimo
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Muito bom né gente?!
Adoro esse texto!
Ah, ganhei um banner LINDO da Emily do Sem Querer Saiu, só tenho que aprender a colocar!
Beijocas prá todo mundo, obrigadão Emily!
Era uma manhã ensolarada, daquelas em que dá até gosto de acordar!
Aninha saiu de casa correndo, atrasada como sempre e nem se deu conta do dia lindo que fazia. Pegou sua bolsa, saiu penteando os cabelos negros e colocando os brincos. Sabia que seria mais um dia daqueles na sua vida.
Aninha foi casada 10 anos com um moço muito bonzinho, o Joaquim. Mas mesmo assim, eles não estavam se dando bem e resolveram se separar. Decidiram, foram ao advogado e estava tudo certo. Só que Aninha não esperava que seu ex-marido Joaquim ia querer a guarda de sua filhinha, a Bia. E assim Aninha se viu numa guerra não só pela guarda, mas uma guerra com seus sentimentos…
Vamos remeter à linda manhã?! Ok!
Aquela era a audiência final. Aninha estava esbaforida, mas havia chegado a tempo. Seu advogado estava esperando, entraram, sentaram e aguardaram.
A garotinha tinha 8 anos, herdara os cabelos negros da mãe e os olhos sapecas do pai. Estava confusa, mas sabia o que queria e iria dizer aquilo ao juíz. Herdara a determinação de Aninha também.Entrou, sentou-se no seu lugar e ficou a olhar para o juíz. Não tinha medo daquele homem velho, pelo contrário, sentia certa compaixão. Deu um sorriso não retribuído ao velho e sua compaixão até diminuiu um pouco.
Meia hora depois…
A angústia de Aninha só aumentava. O ex marido tinha um apartamento, enquanto ela só contava com a casa de sua mãe e isso estava gerando um certo conflito, afinal, quem tinha casa própria ficava com a pequenina.
O juíz resolveu então perguntar para a pessoa mais interessada. Bia estava quietinha, só ouvindo e sabia que chegara sua vez de falar e ela ia falar tudo:
-Beatriz, você terá que decidir com quem vai ficar, você quer ficar com o papai ou com a mamãe?
-Quero ficar com os dois.
-Mas você não pode terá que escolher um deles.
-Papai, lembra quando a gente foi tomar sorvete há um tempo atrás? Não faz muito tempo, foi antes dessa babaquice de separação. Você me disse que a mamãe era genial, era interessante, bonita e acima de tudo, a pessoa mais doce que você conhecia. O que mudou? Lembra mamãe, quando a gente foi comprar aquele tênis para eu ir à escola, que você me disse que você e o papai sempre se deram bem porque conversavam, que o tal do diálogo é tudo em uma relação, inclusive na nossa de mãe e filha? Lembra mamãe que você disse o quanto papai era especial e nos amava? Porque isso agora, o que é que mudou? Sr. juíz se não for para ficar com os dois, não quero ficar com ninguém!
O juíz parou, pensou e resolveu tomar uma decisão inusitada, visto a troca de olhares entre os pais da menina depois do discurso inflamado da pequena. Bia conseguiu o que estava querendo, ele pensou e por isso tomara aquela decisão, pela pequenina de olhos sapecas:
-Senhores, tomei uma decisão. Quero deixar aqui, a sós o casal, eles precisam conversar um pouco a sós para decidirem se vão ou não acabar com essa “babaquice” como disse a pequena Bia.
E deu uma piscadela para a pequenina, que recuperou toda a compaixão pelo velho de cara amarrada. Conseguira, eles iriam conversar! E lá se foram todos e ficou o casal:
-Querida, não sabia que você me achava especial. Eu não sabia que você me amava tanto. Por quê você nunca me disse?
-Eu tentei querido, mas você estava muito ocupado cuidando da gente, nem se deu conta dos pormenores que eu deixei para você notar todo meu amor.
-Pormenores, como assim?
-A Bia foi o primeiro deles. Ela tem seus olhos, eu a amo muito. É o nosso grande pormenor. Depois veio o Rex, nosso cachorrinho. Ele te adora, sente sua falta, é um pormenor que eu te dei e você não notou. Todo dia eu cozinhava com todo o meu amor para você. É outro pormenor que você não notava. Todo dia eu me vestia para você, me arrumava para você, fazia tudo para você me notar, são pormenores, mas você não percebia. Eu estava dizendo o que sentia, mas do meu jeito. E você nunca aceitou isso.
-Querida, vamos acabar com isso tudo? Essa babaquice de separação? Vamos ser de novo a família linda que éramos?
-Ai, vamos!
-Eu te amo querida!
-Eu também!
E chamaram todo mundo, agradeceram ao Sr. juíz e aos advogados, pegaram nas mãozinhas da decidida Bia e foram embora, tomar sorvete.
Essa história é meio bobinha, mas tirei duas lições dela.
A primeira é: quando te derem a oportunidade de falar, fale sem medo, com objetivo, diretamente.
A segunda é: demonstre seu carinho diarimente, não só com pormenores, mas com palavras, bilhetes, carinhos e presentes!
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Beijinhos para todos!
Obrigado pelos comentários!